sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
Dj Mané comanda o Carnaval no San Diego Bar essa noite com muito Zouk
Confirmando na lista do Facebook até as 17:00 do dia do evento é garantia de nome na lista automaticamente, nem precisa postar o nome na página, só confirmando a presença já vale!!!
Para agilizar o acesso chegando lá diga que está na lista do Gadelha.
Zouk Le Masque Capital Zouk 26-02-14!!!
* Premiação em dinheiro e Vips para a melhor fantasia masc. e fem.
* Dj Mané & Mac.
* Aula aberta a partir das 21h30 com a Preta.
* Apresentação com Hugo Nascimento e Janaina.
Desconto para nomes na lista em http://www.facebook.com/CapitalZouk/events
Confirmados no evento até as 17:00 do dia do evento pagam preço de lista.
Na porta: H 20,00 M 15,00
Na lista Facebook: H 15,00 M 10,00 até 01:30Hrs.
Quem não tem face pode enviar um email com o nome completo para listazouk@k3.com.br até as 17:00 do dia do evento.
Se tiver mais de um nome pode ser um abaixo do outro no corpo do email. ;)
______________________________________________
Na porta: H 25,00 M 20,00.
Na lista: H 15,00 M 10,00 até 01:30Hrs.
San Diego BarRua Henrique Fausto Lancelotti, 6183 - Campo Belo
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Nos dias de hoje é cada vez mais comum encontrar um profissional DJ para casamento no comando das festas pós núpcias pelo mundo afora, e este fato é facilmente explicado. A contratação de música mecânica torna a festa mais dinâmica e expande o universo musical de forma ilimitada. Outro fator preponderante para essa disseminação se dá na economia que este tipo de serviço oferece a quem deseja contratar música para casamento.
Mas lembre-se que contratar DJ para casamento é algo tão ou mais complicado do que contratar música ao vivo. É fundamental encontrar um profissional experiente e comprometido com o segmento de som e iluminação para eventos sociais, pois, o sucesso da parte musical de sua festa estará nas mãos de uma só pessoa.Se você procura por animação e bom gosto, mas sem perder o charme de uma comemoração tão especial, agende hoje seu evento aproveitando esta promoção: R$ 2.800,00 (Dj, Som e kit Iluminação).
Agende hoje para garantir a sua tranquilidade para que esse acontecimento torne-se singular na vida, dos seus familiares e amigos.
Experiência de 30 anos no mercado:
Mas lembre-se que contratar DJ para casamento é algo tão ou mais complicado do que contratar música ao vivo. É fundamental encontrar um profissional experiente e comprometido com o segmento de som e iluminação para eventos sociais, pois, o sucesso da parte musical de sua festa estará nas mãos de uma só pessoa.Se você procura por animação e bom gosto, mas sem perder o charme de uma comemoração tão especial, agende hoje seu evento aproveitando esta promoção: R$ 2.800,00 (Dj, Som e kit Iluminação).
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Experiência de 30 anos no mercado:
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
DJ MANÉ O NÚMERO 1 DO RITMO ZOUK AQUI NO BRASIL.
Dj Mané na cabine da "Mel Ritmos do Caribe" em São Paulo 1988.
O movimento começou em 1988 em uma danceteria aqui em São Paulo.
A Matéria realizada pelo blog do planetzouk.net define onde e quando começou o Movimento Zouk no Brasil:
-- A grande virada se deu com a inauguração da Mel Ritmos do Caribe (imagens acima) em 1988, a primeira casa noturna especializada em zouk no Brasil. À frente do projeto, estavam Dj Mané (foto) e Jairo Brasil (Dj e dançarino, que depois faria parte do grupo Kaoma). As aulas eram dadas pelo professor Camarão.
“Quando a Mel abriu as portas, algumas músicas caribenhas (chamadas de lambadas internacionais ou lambadas francesas) já eram sucesso nas lambaterias de São Paulo”, lembra Dj Mané. “Mas a proposta da casa era diferente: enquanto nos outros locais, as lambadas brasileiras reinavam, na Mel, invertemos a fórmula: as lambadas francesas, basicamente músicas de zouk e compa, é que eram maioria nas noites. Na pista da Mel, por exemplo, foram lançados os primeiros sucessos de Francky Vincent e Tanya Saint Val, que não tocavam em outras baladas.”
E como ficou a dança? “A lambada sempre foi mais pesada, mais marchada e com os pés no chão, já que as músicas pediam isso”, explica Jairo Brasil. “Como na Mel praticamente só tocava zouk, e muitas músicas eram mais românticas (zouk love), os dançarinos da casa, e eu me incluo no grupo, começaram a dançar de forma mais suave. Foi uma transição natural a favor da leveza e da sensualidade, que passou a diferenciar o jeito de dançar do pessoal da Mel em relação às outras lambaterias.” Segundo Dj Mané, já nesta época, antes do estouro do grupo Kaoma, se alguém perguntasse para os dançarinos da Mel o que eles dançavam, a resposta era “zouk”.
Jairo Brasil compartilha da mesma opinião. “A dança zouk nasceu na Mel em São Paulo no ano de 1988. Em 1989, quando entrei para o Kaoma, já dançava zouk com minha parceira Monica Melo, mas o repertório do grupo, composto basicamente por músicas muito rápidas, não ajudava a desenvolver esta nova dança”, afirma. E aqui surge a dúvida: será que dava para perceber visualmente as diferenças do estilo da Mel (ou o zouk), representado pelo casal Jairo Brasil & Monica, em uma apresentação do grupo Kaoma com várias outras duplas dançando lambada no mesmo palco?
A prova dos nove está no vídeo abaixo, que é uma gravação histórica do lançamento da música “Donna Con Te”, interpretada pelo grupo Kaoma durante a festa de 40 anos do famoso Festival de San Remo na Itália em 1990. Reparem como Jairo Brasil, que está de bermuda amarela com suspensório, conduz Monica Melo, de saia verde, de maneira diferente. Ao invés da tradicional movimentação lateral (que é a marca registrada da lambada, representada pelos demais dançarinos do palco), os dois se deslocam para frente e para trás (veja aos 2min05, 2min52 e 3min26). No vídeo, está toda a base de quem dança zouk no tempo 01, estilo que se consagrou em São Paulo! Diferentemente em e outros estados, como o Rio de Janeiro por exemplo, onde o estilo de dançar zouk foi inspirado bem depois já nos anos 90 basicamente por alunos de Jaime Aroxa que adotaram também o nome zouk.
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Através desta história entenderemos como a Lambada invadiu o mundo e como a música caribenha Zouk foi introduzida no Brasil.
Por: Jairo Brasil
Minha vida se confunde com a Lambada e o Zouk:
De Jairo Brasil, para Aníbal... Olá Aníbal... Eu sou Jairo Brasil, conhecido no meio da lambada, ou como DJ Brasil, ou como simplesmente Brasil, ex-dançarino do grupo KAOMA. Sou paulistano, mas faz 03 anos e meio que estou morando em Fortaleza, Ceara. Conheci a lambada em agosto de 1987, levado por um amigo da faculdade. O lugar se chamava Lambateria UM, inaugurada em fevereiro do mesmo ano por um baiano chamado Jose Teixeira e seu filho Andre Teixeira. Foi a primeira lambateria da capital paulista e ficava no bairro de Pinheiros. La cabiam no máximo 100 pessoas, somente universitários a frequentavam, todos dançando alucinadamente ao som de fitas cassetes que o Teixeira trazia de Porto Seguro. Foi paixão a primeira vista, ou melhor, a primeira lambada. Abria de terça a domingo e estava sempre lotado. Sou um apaixonado por musica, sempre perguntava e prestava muita atenção no repertorio dessas fitas, na época nós dançávamos ao som da Banda Mel, Reflexus, Missinho (Guajira do amor), Jose Orlando (Eu tenho pena de você, Lambada Reggae), Alipio Martins (Eu quero Gozar), Márcia Ferreira (Chorando se foi), Paulinho do sax, Teixeira de Manaus, Mario Gonçalves e algumas lambadas internacionais, como era dito na época, La Compagnie Creole, Arrow (Colombia Rock, Hot Hot Hot) e três musicas de um tal de Kassav (entre elas KA Dance, e mais uma que tinha quinze minutos de duração e que era um grande desafio para todos os frequentadores (Esqueci o nome dela).
Não demorou muito, um empresario da noite vendo o sucesso estrondoso da Lambateria UM, ainda mais sem nenhum tipo de divulgação na mídia, inaugurou em janeiro de 1988 o Rala Koxa, a segunda lambateria de São Paulo, a duas quadra da concorrente, com o mesmo espaço apertado para no máximo 150 pessoas. Através de um amigo que iria ser promoter da casa (Chiquinho Correa), fui convidado para ser o programador musical do Rala Coxa. Como não tínhamos essas fita de Porto Seguro, fomos ao Centro de São Paulo e compramos tudo o que se referia a samba reggae (axe), lambadas do Pará (Teixeira de Manaus, Paulinho do Sax, entre outros), encontramos, com muito custo, os discos do La Compagnie Creole, aquele do Kassav, o do Arrow e o famoso Lambadas Internacionais, ate hoje encontrados em varias lojas. Gravei as fitas, e... sucesso. Era por a fita e sair pra dançar, quando acabava, era so trocar o lado e tome lambada. Abríamos de segunda a domingo, lotado todos os dias. A lambada fazia um sucesso impressionante. Eram filas para entrar tanto no Rala, quanto no Lambateria UM. E a frequência eram basicamente de universitários, de todas as tribos. Para evitar o esgotamento do repertorio fui fazendo algumas experiencias com algumas musicas, pesquisando em ritmos que se aproximavam do ritmo da lambada, alguns frequentadores davam sugestões trazendo de Porto Seguro fitas com novidades e ate daqui de Fortaleza, uma lambadeira de nome Fabiane, trouxe discos do Beto Barbosa e da Eliane, que quando lançados, foram sucesso absoluto. (Obs. Essa tal Fabiane, que na época era uma grande amiga minha, hoje é minha esposa).
O sucesso que era a lambada na Lambateria UM e no Rala Koxa, corria boca a boca pela cidade, deixando as duas lambaterias sem condições de receber tanta gente, vinda de toda a cidade. Foi quando em abril de 1988, houve a inauguração da primeira grande lambateria de São Paulo, o Lambar. Com capacidade para 1000 pessoas. Foi uma grande aposta do empresário Sergio Louzão,conhecido da noite paulistana como dono da antiga casa de rock "Calabar", ao fazer uma casa com muito espaço e finalmente com cabine de som, com dj, pick up e tudo que se tinha direito. O Dj Mané (atualmente tocando zouk no Hollywood Project, em São Paulo) foi quem inaugurou a casa com muita competência e criatividade, já que ele não tinha muito conhecimento de lambada na época. Em maio do mesmo ano, fui convidado para dividir a cabine com Dj Mané, quando realmente assumi minha nova profissão: DJ. Meu entrosamento com ele foi perfeito, aprendi a ser um DJ e quanto as músicas, seguimos a mesma linha que havia sido implantada no Rala Koxa, agora com mais qualidade e com suporte para fazer novas experiências musicais.
Dj Mané "Lambar 1988"
Dj Mané "Mel Ritmos do Caribe 1989"
O Lambar logo tornou-se um sucesso e, em questão de meses, São Paulo foi tomada por outras grandes lambaterias, como a Lambateria Porto Seguro, Lamba Reggae (hoje Reggae Nigth) e Caribe, entre outras. Os grandes sucesso eram as bandas baianas, com Luiz Caldas, Chiclete com Banana , Reflexus, Banda Mel, Cheiro de Amor, Sarajane , além do grande Beto Barbosa, José Orlando, as novidades que eram músicas do Paralamas, Gloria Estefan (Conga), Gilberto Gil (Toda Menina Baiana). Quanto as lambadas internacionais, ou francesas, como queiram, pesquisamos seus cantores e grupos e começamos a importar, já que a oferta destes discos eram quase nenhuma, em São Paulo. Quando eu e o Dj Mané nos demos conta, as preferências nossas e dos lambadeiros começaram a mudar. Aí em outubro do mesmo ano, Sergio Louzão sugeriu abrir uma outra lambateria, com repertório de pelo menos 50% de músicas caribenhas e assim surgiu a MEL, Ritmos do Caribe, pra onde eu e Dj Mané fomos. Lambada brasileira virou flash back e o Zouk tomou conta da Mel. Lá tocávamos seleções musicais de Salsa, Merengue, Kompas, Soukous, Soca e principalmente Zouk e Zouk-Love (ritmo, conhecido como lambada francesa, atualmente utilizado para dançar a Lambada-Zouk). A Mel era uma lambateria diferenciada das outras, que mantiveram a mesma linha de lambada pura. Era só irmos para outras lambaterias que logo éramos identificados como lambadeiros da MEL.
Outra aposta nossa que deu muito certo foi o Gipsy Kings. Além de ser uma proposta diferente, percebíamos que a onda do samba reggae, que era nossa grande fonte musical estava em baixa e além disso a dança estava com características bem diferentes do que era considerado pura lambada. Os casais pareciam flutuar na pista, com mais suavidade e muito mais harmonia. Em dezembro do mesmo ano o Reggae Night, organizou o primeiro grande concurso de lambada em São Paulo, com casais vindos de toda a cidade, inclusive de Porto Seguro. Dos seis primeiros colocados, quatro foram da Mel e dois do Lambar e tive a felicidade de ganhar o concurso ao lado de Fabíola.
Grupo Kaoma
No mesmo mês a Mel também se instalou por dois mêses em Arraial D'ajuda, ao som de muito zouk, o que causou a princípio uma certa estranheza aos nativos, mas não aos turistas paulistas que invadiam as praias de Porto Seguro, em busca da Terra da lambada, que tanto sucesso fazia em São Paulo. Foi também o começo do grande sucesso de Beto Barbosa, que tinha entre seus dançarinos, dois casais cearenses e dois casais paulistas, frequentadores da Mel e do Lambar, Bene e Betania, e Adiel e Cida. E foi justamente ao som de muito Zouk, que em junho de 1989, empresários franceses que estavam frequentando todas as lambaterias paulistanas, além da Boca da, em Porto Seguro e que me viram dançar lá na Mel, me convidaram para dançar profissionalmente na França, mas até então não tinha idéia do que viria pela frente, tinha 21 anos na época, exigindo apenas uma passagem de volta nas minhas mãos.
Embarquei juntamente com Adiel, Gabriela e Genésia, além das duas crianças Roberta e Washington, no dia 07 de junho de 1989 para Paris. Ao chegar em terras francesas, quando um carro foi nos buscar no aeroporto, o rádio do carro estava ligado numa fm chamada Tropic FM, tocando muito zouk. Endoidei mais ainda quando chegamos no nosso flat em Paris. O bairro era Montmartre, simplesmente o reduto do povo de Guadalupe e Martinica em Paris. Era loja especializada em zouk para todo lado. Dias depois, ainda sem saber direito o que nos aguardava fomos para Ibiza, na Espanha gravar um clipe, quando conhecemos os músicos do Kaoma e gravamos Chorando se Foi. Dez dias depois, o clipe passava nos principais programas franceses e a música estourava em todas as rádios. Sucesso absoluto. (Eu, Anibal Bentes, estava em Paris, quando o clip foi lançado. Não conhecia o Kaoma e pouco tinha de informação sobre a lambada. A sincronicidade é que quando cheguei ao quarto do hotel e liguei a tv, que estava na MTV, estava passando justamente Chorando se Foi, fiquei surpreso de ter uma música em português na programação da tv local. Estava selado o meu destino com a lambada francesa).
Lamba-Reggae (Av 23 de Maio)
Enquanto isso, abastecia ininterruptamente o Dj Mané, na Mel com o que tinha de melhor do zouk no momento, me intoxicando de informações musicais, principalmente porque dois dos músicos do Kaoma, Jackie Arconte, guitarrista, e Chico Dru, baixista, eram da Martinica e músicos de estudio dos principais grupos e cantores de zouk. Tive também a felicidade de assistir a dois shows dos Deuses e Pais do zouk, o Kassav, também do La Compagnie Creole e das gatas do Zouk Machine, além de conhece-los pessoalmente. O sucesso do Kaoma teve reflexo imediato no Brasil inteiro, surgindo muitos grupos e casas e mais casas de lambada, foi realmente uma grande felicidade. Depois de um ano e meio no grupo, voltei para o Brasil por razões pessoais, continuei meu trabalho como DJ, sempre ao lado do parceiro Dj Mané e fiel ao zouk. Fiz ainda uma temporada com Beto Barbosa em São Paulo, algumas apresentações em televisão com José Orlando e, em novembro de 1990, fui convidado para ir a Africa do Sul, fazer uma série de apresentações durante dois meses.
Em 1991, abandonei a discotecagem, me afastei da lambada e em outubro de 1992, reencontrei Fabiane (aquela do Rala Koxa) inesperadamente começamos a namorar e já estamos casados há oito anos, com três lindos filhos da lambada, Thomaz, Arthr e Murilo. Em 1998 mudamos para Fortaleza, mais sempre que possível,vamos a uma casa de forró dançar uma lambadinha, no estilo zouk de dançar e ouvindo sempre no carro e em casa muito zouk, já que ainda tenho alguns cds e fitas do gênero. Aqui tive a felicidade de reencontrar o José Orlando e conversamos tanto sobre zouk, que ele fez belo zouk love no seu disco de 2000 e lançou sua filha como cantora Karla Kamila, cujo repertório é 50% de zouk e uma das faixa é minha composição em parceria com José Orlando.Ele que ultimamente tem gerado seus discos em Belém do Pará, me fala da febre que é a música zouk por lá, inclusive me mostrou alguma músicas de primeira qualidade feita pelos cantores locais. Aqui em Fortaleza, houve uma rápida febre de lambadão, cantada pela banda Stillus, com a música chamada Toque Toque Dj, o próprio José Orlando tambem gravou um disco, além de Beto Barbosa, que até toca um pouco nas rádios. Mas o grande sucesso por aqui é um zouk muito legal, chamado "Loirinha" cantado pela banda paraense Kalipso. Aníbal, espero que tenha gostado da minha história, estou a disposição para qualquer informação adicional sobre a lambada, o zouk e o Kaoma. Entendeu porque minha vida se confunde com a lambada e o zouk? Um grande abraço, BRASIL.
fonte:
Janeiro de 2003. Reportagem Mariana Caminha http://www.jornaldebrasilia.com.br/
#lambada #djmanezouksp #zouk @djmanezouksp
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
CAPITAL BAR COMEMORA 1 ANO DO PROJETO CARIBBEAN MIX E TRÁS COMO DESTAQUE O DJ MANÉ E CONVIDADOS NESTA QUARTA!
O Projeto Caribbean Mix coordenado por Bruno Gadelha ganha expressão na noite paulista.
A festa de 1 ano esta marcada para esta quarta-feira dia 01 de Setembro de 2010 e ainda trás destaques: O experiente Dj Mané (residente) comanda a pista de dança mais 4 dj's convidados dividindo a noite com muito Zouk e cortinas de dança de salão (Salsa, Forró, Gafieira, Boleros etc) Junto com ele o professor de dança Renato Veronezi com sua Cia. dá aula para iniciantes a partir das 21hs gratuitamente e quem faz a aula já fica V.I.P na balada.
Serviço:
Capital Bar
Bar e balada com drinques variados, mesas ao ar livre e pista de dança onde se pode curtir os ritmos latinos.
Endereço: Rua Henrique Fausto Lancelotti, 6183 - Campo Belo, São Paulo - SP, 04625-005
Telefone: (11) 4508-0655
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